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Assassinato de advogada

Necropsia aponta indícios de relação sexual forçada e lesões

Foto: Reprodução

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A advogada Cristiane Castrillon, 48 anos, encontrada morta no último domingo (13) no Parque das Águas em Cuiabá, pode ter sido vítima de violência sexual. A necropsia realizada no corpo da advogada mostrou indícios de relação sexual forçada. Além disso, foi constada várias lesões na cabeça, seios e pernas.

A informação de indícios de relação sexual forçada consta no inquérito sobre o crime. A morte violenta foi informada pelo delegado Marcel Oliveira após a liberação do corpo a vítima.

Na residência do suspeito, o ex-policial miliar Almir Monteiro dos Reis, 49 anos, encontrou provas do crime como manchas de sangue detectadas em vários lugares da casa. Apesar do suspeito limpar a casa após o crime, a polícia conseguiu encontrar sangue usando o luminol, que é uma substância química que detecta a presença de sangue.

Histórico

O ex-policial militar Almir dos Reis acumula uma série de processos criminais na Justiça de Mato Grosso. A maioria por roubo e furto. Suspeito de assassinar a advogada, Almir foi preso em flagrante pelo crime.

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Um dos processos é a respeito do roubo ao posto de combustível Lidergás, no Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. Pelo suposto roubo, o ex-PM foi preso em fevereiro de 2013, porém ele foi absolvido por falta de provas.

O processo levou Almir a responder um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e acabou sendo expulso da Polícia Militar em 2015.

Já o outro processo, trata-se de outra suspeita de roubo majorado ocorreu em 2021. Neste processo, a Justiça determinou que Almir fosse internado no hospital estadual psiquiátrico Adauto Botelho, o que acabou não acontecendo por falta de vagas na unidade de saúde.

Há também um processo em andamento por furto qualificado ocorrido em 2019. Ele também responde por receptação, falsificação de sinal de veículo automotor e falsificação/uso de documento público, crimes ocorridos em 2013.

O ex-PM ainda chegou a responder por porte de drogas em um processo de 2019, mas foi absolvido em março deste ano por falta de provas.

Consta em seu relatório de antecedentes criminais processos na Terceira Vara Criminal e Civil de Campo Verde, na Quinta Vara Criminal, na Segunda Vara Criminal e na Décima Vara Criminal de Cuiabá, todos sob sigilo.

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Uma investigação na Secretaria do Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) em Cuiabá também está em andamento, mas corre sob sigilo.

 

 

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