O atual prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (PSB), tem se portado de maneira insaciável, do ponto de vista administrativo, quando o assunto é encher os cofres do município por meio de aumento de impostos.
Desde o ano em que venceu as eleições e garantiu seu retorno ao comando da cidade, em 2016, o gestor viu o orçamento local triplicar, passando dos R$ 707 milhões daquela ocasião para os R$ 2,1 bilhões que está à sua disposição no exercício 2023.
O crescimento exponencial tornou Rondonópolis uma referência nacional em orçamento, deixando para trás cidades como Chapecó-SC, que mesmo com população maior e amplamente industrializada ainda não rompeu a barreira dos R$ 2 bilhões.
Todavia, Pátio segue querendo mais e, nos últimos dias, tentou pela terceira vez, com insucesso, aumentar a tabela de valores da planta imobiliária, o que a grosso modo significa elevar a arrecadação de IPTU.
Os vereadores reclamaram da investida do prefeito, que ano que vem, após 8 anos de poder e muito dinheiro em caixa, deixará o cargo.
O gestor, por questão estratégica, declinou temporariamente da ideia, mas estaria propenso a tentar novamente convencer os parlamentares na próxima semana.
A previsão é que o orçamento de 2024, mesmo que sem o aumento sonhado por Pátio, já se eleve em 5% em relação ao atual, passando com sobra dos R$ 2,2 bilhões.





















