O mistério envolvendo a morte brutal da empresária Raquel Mizeiro Cattani, de 26 anos, ganhou novos contornos após o exame de necropsia revelar que seu corpo apresentava pelo menos 34 lesões causadas por arma cortante. O trágico acontecimento ocorreu na manhã de sexta-feira (19), na chácara onde Raquel residia, localizada na zona rural de Nova Mutum, distante 264 km ao norte de Cuiabá.
A informação foi confirmada pela Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec), que também apontou indícios de uma tentativa de defesa por parte da vítima contra o agressor, cuja identidade ainda é desconhecida.
Segundo relatos de testemunhas, embora algumas das lesões não tenham sido profundas, o corpo de Raquel exibia múltiplos cortes superficiais, sugerindo uma luta desesperada pela vida. O crime chocou a comunidade local, que se reuniu para prestar solidariedade à família da jovem empresária.
O velório de Raquel teve início no final da tarde de sexta-feira e o sepultamento está programado para este sábado (20), na cidade de Lucas do Rio Verde. Autoridades políticas e figuras públicas, incluindo o governador Mauro Mendes (União) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), confirmaram presença para prestar apoio ao deputado estadual Gilberto Cattani (PL), pai de Raquel, e toda à família.
O crime foi descoberto pelo próprio deputado Cattani, que encontrou a filha morta em sua sítio, na zona rural de Nova Mutum. Ao entrar na residência, encontrou a porta aberta com sinais de arrombamento e descobriu Raquel caída próximo ao quarto, onde o ambiente estava completamente revirado.
A motocicleta da vítima, uma Honda CG Fan vermelha, também desapareceu do local, adicionando mais mistério ao cenário já perturbador. A polícia foi acionada imediatamente e isolou a área para investigação.
O caso continua sob investigação das autoridades locais, que buscam esclarecer as circunstâncias e identificar o responsável pelo crime hediondo.






















