Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Assassinato de filha

Deputado chama ex-genro e irmão de monstros e covardes

Foto: Reprodução

publicidade

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) elogiou a Polícia Civil pelos esclarecimentos a morte da sua filha, Raquel Cattani, assassinada com 34 facadas na sexta-feira (25) em uma zona rural de Nova Mutum (241 km de Cuiabá).

“Recebemos essa informação como uma resposta justa a essa atrocidade. A prisão desses monstros é uma forma de justiça, mas nada vai confortar a gente neste momento. No entanto, ajuda a manter nossa esperança nas forças de segurança, que agiram de forma magnífica. Sabemos quem fez, mas isso não muda o que foi feito, infelizmente.”

Ao ser questionado sobre a participação de Romero Xavier, seu ex-genro, Cattani falou sobre descobrir que ele havia arquitetado o crime. O deputado chegou a defendê-lo após a Polícia Civil ter excluído Romero como suspeito, preliminarmente.

“Na verdade, sempre tivemos um pé atrás. Precisávamos deixar a investigação seguir seu curso para alcançar o resultado. O álibi que ele tinha era muito forte. Tanto que ele não estava aqui no dia do crime. Não teve a capacidade se quer de fazer ele mesmo de tão covarde que foi. Não tinha como ele estar em dois lugares ao mesmo tempo, por isso que a polícia o liberou preliminarmente, mas tínhamos que mantê-lo por perto porque não teria esse desfecho hoje”, declarou.

Leia Também:  AL debate prevenção e tratamento para câncer de cabeça e pescoço

Raquel Cattani foi encontrada morta na manhã de sexta-feira, 19 de julho, por um familiar, em sua residência no sítio localizado no assentamento Pontal do Marape A perícia revelou que a jovem apresentava ferimentos causados por arma branca. A casa da vítima mostrava sinais de violência, com uma televisão quebrada e uma motocicleta roubada do local.

Investigação

Nesta quarta-feira (24), equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos e da Regional de Nova Mutum se dirigiram até o endereço de Rodrigo Xavier, irmão de Romero, na cidade de Lucas do Rio Verde. Após horas de vigilância, ele chegou na residência e, ao ser entrevistado, apresentou muito nervosismo com a presença dos policiais.

Da porta que estava aberta, as equipes observaram um frasco de perfume feminino, em cima de uma bancada. Diante da evidente suspeita, ele confessou o homicídio de Raquel Cattani.

Na casa foram encontrados frascos de perfume, um aparelho de som, um cinto, um porta-celular e uma faca, todos os objetos pertencentes à vítima.

Leia Também:  Fabio vistoria obras tocadas pelo Gabinete de Intervenção

Durante a entrevista, a equipe investigativa reuniu informações que esclareceram que Rodrigo praticou o crime a mando do irmão, Romero, e levou alguns objetos da casa para simular um latrocínio e embaraçar as investigações da Polícia Civil.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade