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Sem polarização

Júlio Campos defende centro esquerda como terceira via

Júlio Campos defende fortalecimento da centro esquerda para 3ª via
Fonte: ALMT

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Um dos políticos mais experientes de Mato Grosso, o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) defendeu nesta segunda-feira (18) a importância da construção de um centro democrático para superar a polarização política envolvendo PT e PL. Ambas as legendas protagonizaram o embate das eleições presidenciais com Lula e Bolsonaro, se expandindo recentemente nas eleições para vereador e prefeito.

Júlio Campos rejeitou a ideia de que Bolsonaro tenha agido com radicalismo no exercício da Presidência da República. “Não houve nenhuma arbitrariedade nos quatro anos dele à frente da Presidência da República. E o ataque da semana passada foi obra de um homem com transtornos mentais”, argumentou.

O deputado observou que a polarização política no Brasil é um fenômeno preocupante e afirmou que, para superá-la, é necessário adotar uma postura de “bom senso e equilíbrio”.

“Lamentavelmente existe uma radicalização no Brasil, entre a direita e a esquerda. E nós temos que ter bom senso e equilíbrio, e ser um político como eu de centro democrático e que defende essa instituição em plena carga.” E emendou “alguns políticos radicais podem estar sigilosamente estimulando isso, mas a maioria é contra.”, apontou sem citar nomes.

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Ele finalizou destacando que é importante estar atende aos riscos de pessoas que buscam, com a força mudar o regime brasileiro. Pois, para ele, o Brasil vive atualmente em um regime democrático pleno, com instituições funcionando adequadamente.

Nova Constituição

Em sua fala, o parlamentar também abordou a necessidade de uma nova Constituição. Ele argumentou que, embora a Constituição de 1988 seja um marco importante, o Brasil já passou por inúmeras emendas que a modificaram substancialmente. “A Constituição de 1988 já foi alterada diversas vezes. Está na hora de pensarmos em uma nova Carta Magna”, disse.

Ao destacar a relevância histórica da Constituição atual, Júlio Campos lembrou que, entre os constituintes originais que representaram Mato Grosso, poucos ainda estão vivos, e que ele próprio é um dos últimos políticos ativos dessa época. “De todos os constituintes que representaram Mato Grosso, quase nenhum está mais vivo, e eu sou o único que continua na política”, concluiu.

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