Após encerrar um ciclo de quatro mandatos à frente da presidência da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Botelho (UB), que não exercerá nenhuma função na Mesa Diretora que tomará posse a partir da segunda-feira (3), declarou nesta sexta-feira (31), em coletiva à imprensa, que já sente o abandono de amigos. Na avaliação do parlamentar, muitos são apenas “amigos do poder”.
“Evidentemente que muda, o poder é assim. Não adianta, faz parte, e a gente tem que estar acostumado com isso…tem que entender e eu entendo perfeitamente. Meu telefone tocava todo dia, eram mensagens e mais mensagens e agora nem recebo mais. Vejo que isso faz parte porque tem muitos que, na verdade, não são amigos do Botelho, são amigos do poder. Eu entendo isso, pra mim isso é perfeitamente normal”, disse.
Apesar de reconhecer a indiferença de quem antes posava de aliado, Botelho não preferiu citar ninguém nominalmente. “Tem algumas pessoas, que eu não quero nominar, que eu ligava e atendiam na hora, agora já não querem atender mais. Isso está e vai continuar acontecendo…é normal, faz parte do poder. Não é comigo, é com qualquer um que deixa o poder”, concluiu Botelho.
A nova Mesa Diretora que tomará posse para o biênio 2025/2026 será composta pelos seguintes deputados: Max Russi (presidente), Júlio Campos (1º vice-presidente), Gilberto Cattani (2º vice-presidente), Wilson Santos (3º vice-presidente), Dr. João (1º secretário), Paulo Araújo (2º secretário), Diego Guimarães (3° secretário), Elizeu Nascimento (4º secretário), Fábio Tardin – “Fabinho” (5º secretário) e Juca do Guaraná (6º secretário).






















