Fortalecimento da participação feminina é prioridade da sigla nas eleições estaduais
Durante o ato de filiação partidária realizada na manhã desta terça-feira (24), no gabinete do deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na ALMT, o deputado afirmou que o partido tem ampliado o espaço destinado às mulheres e confirmou a filiação de duas novas pré-candidatas às eleições majoritárias.
O ato marcou o fortalecimento da presença feminina dentro da sigla e, segundo o parlamentar, integra uma estratégia contínua de valorização e incentivo à participação das mulheres na política estadual.
Ao ser questionado sobre o espaço ocupado pelas mulheres dentro do partido, Avalone ressaltou que o PSDB mantém uma trajetória de incentivo e valorização das lideranças femininas, oferecendo estrutura e apoio para que disputem cargos eletivos.
“No PSDB, as mulheres têm recurso, são respeitadas e têm espaço. Hoje nós temos a prefeita Iraci, que é do PSDB. Temos a Thelma de Oliveira, que já foi primeira-dama e deputada federal duas vezes. Temos a Sheila, que foi deputada por dois períodos e pode ter uma terceira oportunidade”, afirmou.
Durante o ato, foram oficializadas como pré-candidatas a deputada estadual: Jacy Proença e Juliana Saturno. Jacy já foi vice-prefeita de Cuiabá, sendo considerada pelo deputado, um nome estratégico para o fortalecimento do partido. A filiação, segundo ele, representa um avanço na construção de candidaturas femininas competitivas.
Na mesma ocasião, confirmou a pré-candidatura de Juliana Saturno, ex-presidente do PTB Mulher, que passa a integrar a chapa como mais uma aposta feminina para as eleições.
Avalone defendeu que a ampliação da participação feminina na política deve ser tratada como prioridade permanente e afirmou acreditar que nos próximos anos, a presença das mulheres será ainda mais expressiva nas disputas eleitorais. O parlamentar citou ainda o cenário da Câmara de Cuiabá, que atualmente conta com oito vereadoras, e avaliou que o número ainda pode avançar para alcançar maior equilíbrio na representação de gênero.
“O trabalho com as mulheres é importante e vamos continuar fazendo. Tenho certeza de que daqui cinco ou dez anos ninguém vai estar mais preocupado com isso, porque as candidaturas das mulheres serão maioria. Ficamos felizes de ter oito mulheres, mas o ideal seria treze ou quatorze para representar metade. O normal é que a representação feminina seja metade em todos os parlamentos e também nas prefeituras”, concluiu.






















