Os eventos têm impacto esportivo, social e econômico ao contribuir para fortalecer o calendário nacional paralímpico e consolidar o judô paralímpico em Mato Grosso e no Brasil. Também promovem a inclusão e valorização de pessoas com deficiência por meio do esporte, incentiva a capacitação de profissionais da área e amplia a visibilidade do esporte paralímpico, numa campanha de conscientização da sociedade sobre a importância da acessibilidade e da prática esportiva.
O Grand Prix é voltado para atletas de alto rendimento e a Copa Caixa para iniciantes. “A Copa Caixa é em modelo festival. É permitido participar apenas atletas que chegaram até a faixa laranja”, explica o gerente técnico e de eventos da CBDV, Felipe Menescal.
A competição é dividida em sub-13, sub-15, sub-21 e sênior. “Na Copa, todos os atletas participantes recebem medalha de ouro, como se fosse uma porta de entrada. Primeiro o atleta vai disputar a Copa Caixa e, quando chegar ao alto rendimento, pode concorrer no Grand Pix”, complementa.
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O Judô Paralímpico é dividido em categorias por peso e classe visual. Pelo menos quatro atletas campeões paralímpicos em Paris em 2024, campeões mundiais e os integrantes da Seleção Brasileira da modalidade participam do Grand Prix em Cuiabá.
O destaque de Mato Grosso é Arthur Silva, atual campeão paralímpico e mundial. Natural do Pará, ele compete por uma equipe do Estado pela categoria 95kg JI (cego total).
A expectativa é de que o Grand Prix e a Copa Loterias Caixa fortaleçam o sistema de competições e deem oportunidades para que os atletas compitam em nível nacional. Na ocasião, comissões técnicas das seleções brasileiras adulta e de base avaliam novos talentos com potencial para integrar as equipes nacionais.





















