O evento reúne cerca de cem profissionais de saúde previamente inscritos, como pesquisadores, médicos, enfermeiros e profissionais do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox), do Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande, dos Escritórios Regionais de Saúde (ERS), dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), além de médicos reguladores das Centrais de Regulação de Urgência e Emergência e servidores dos Núcleos Hospitalares de Vigilância Epidemiológica (NHVE).
“A iniciativa reforça o compromisso da SES com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento da rede de atenção às urgências e emergências relacionadas aos acidentes por animais peçonhentos no Estado”, destacou o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Arcanjo Dias.
Conforme a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental da SES, Marlene Barros, o curso promoverá atualização técnica sobre diagnóstico, manejo clínico, tratamento adequado e uso correto de soroterapia. Também serão abordados aspectos relacionados à vigilância epidemiológica, notificação e fluxos de atendimento.
“Os acidentes causados por serpentes, escorpiões, aranhas, abelhas e outros animais peçonhentos representam um importante problema de saúde pública, especialmente em regiões com grande extensão territorial e áreas rurais, como Mato Grosso. A qualificação contínua das equipes de saúde é fundamental para garantir atendimento rápido, seguro e eficaz, o que contribui para a redução de complicações e óbitos”, avaliou.
Durante os dois dias de programação, das 8h30 às 17h, os participantes terão acesso a palestras ministradas por referências técnicas do Ministério da Saúde e da SES, discussões de casos clínicos e orientações práticas conduzidas por especialistas da área, o que permitirá a integração entre vigilância e assistência em saúde.






















