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DE IGUAL PARA IGUAL

“Tire a vedação e vamos pra disputa”, diz Paula Calil sobre eleição da Mesa Diretora

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A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), afirmou nessa quinta-feira (21) que defende uma disputa “limpa” e sem impedimentos para a eleição da Mesa Diretora. A parlamentar reforçou que busca apenas a oportunidade de disputar a reeleição em igualdade de condições com os demais vereadores.

Segundo Calil, a discussão sobre a alteração no regimento interno não tem o objetivo de garantir sua permanência no comando da Câmara, mas sim de retirar uma vedação que impede uma disputa democrática dentro do Legislativo municipal.

“É uma luta mesmo, como mulher eu estou lutando para que a gente tenha a oportunidade de disputar. Quando você aprova uma alteração do regimento, você não está criando a nova mesa, é só uma oportunidade. Nós queremos que essa vedação interna não exista e que eu possa disputar a eleição. É uma oportunidade para que eu possa disputar de igual com os demais vereadores”, afirmou.

A declaração ocorre após críticas do vereador Dilemário Alencar (União), que defendeu que uma eventual mudança no regimento interno deveria ter sido debatida há pelo menos um ano, e não às vésperas da eleição. Em resposta, a parlamentar argumentou que, caso tivesse proposto a alteração logo ao assumir a presidência, poderia ser acusada de agir por interesse pessoal.

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“Se eu sentasse na cadeira com o presidente e já quisesse pautar uma alteração do regimento interno, para eu poder concorrer à próxima disputa da mesa diretora, eu estaria com sede de poder, e não é isso que acontece”, declarou.

A presidente ainda desafiou Dilemário e os demais vereadores a aprovarem a mudança no regimento para permitir sua participação na disputa pela reeleição.

“Faço essa pergunta para ele, porque agora eles estão cerceando um direito democrático, legal, de que eu possa concorrer à reeleição? Porque é uma vedação que os vereadores estão fazendo. Aprova a alteração do regimento? Eu faço esse desafio: aprova a alteração do regimento interno da casa, tirando essa vedação, e vamos para a disputa. Isso é democracia, isso é legal. É legítimo”, concluiu.

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