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SEM CONDIÇÕES

Antônio Galvan critica gestão de Lula e questiona possibilidade de reeleição do presidente

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O candidato ao Senado, Antônio Galvan (Avante), criticou a gestão do presidente Lula (PT) e afirmou não acreditar que o atual governo tenha condições de conquistar uma nova vitória nas eleições. A declaração foi dada durante entrevista realizada nesta quarta-feira (19).

Segundo Galvan, a situação econômica do país é um dos principais fatores que podem dificultar a reeleição de Lula. Ele citou o fechamento de empresas, dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo e pedidos de recuperação judicial como sinais de problemas na condução do país.

“Não vejo chance nenhuma no modelo que ele está fazendo de gestão hoje no país. Porque a gente está vendo a todo momento o comércio fechando as portas, a indústria fechando as portas, o produtor rural pedindo recuperação judicial também. Tem grandes empresas no país, como vocês podem estar acompanhando aí, empresas pedindo recuperação judicial”, ressaltou.

O candidato também criticou os juros e o aumento de tributos durante o atual governo. Para Galvan, o cenário econômico deve influenciar a decisão dos eleitores e as pesquisas eleitorais não refletem, na avaliação dele, a realidade das urnas.

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“Então, quando todo o segmento, todos os setores estão aí envolvidos em uma situação econômica muito difícil, crítica, com certeza absoluta, o problema é de gestão do país e está mais que provável. Os juros altos, da forma como estão com todos esses tributos que foram aumentados nesse período aí de 3 anos e meio, eu acredito que a sociedade não vai entrar nessa. Para mim, essas pesquisas também não refletem a realidade”, afirmou.

Ao ser questionado sobre sua crítica ao governo, Galvan afirmou que a avaliação é direcionada à gestão do presidente e não ao Partido dos Trabalhadores como instituição. Ele fez uma comparação com o Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que as críticas devem ser direcionadas aos integrantes responsáveis pelas decisões.

“Eu critico a gestão que está sendo feita pelo mandatário do PT no país. Então, a sigla partidária não tem culpa nenhuma. Como a própria Suprema Corte, o STF não tem culpa nenhuma; são membros que fazem parte dela e é que fazem as coisas erradas”, concluiu.

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