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Zé Medeiros lamenta “show de horrores” no STF e cobra Senado com coragem para investigar abusos da Corte

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O julgamento do pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal se transformou em mais um capítulo vergonhoso na história do país. A avaliação foi feita pelo deputado federal e candidato ao Senado em Mato Grosso, Zé Medeiros (PL). Na avaliação do candidato, as tentativas dos ministros de descredibilizar e atrapalhar que a investigação contra Moraes aconteça é mais um passo da atuação do STF contra a democracia brasileira.

“É um misto de sentimento de revolta com uma tristeza profunda em estar em um país onde tantas coisas ruins acontecem ao mesmo tempo. O que se viu nesse julgamento do STF foi mais uma ação da Suprema Corte para destruir a democracia brasileira, se tornando um super-poder, acima de todos os outros e o que é pior: atuando para tentar impedir uma investigação de corrupção que envolve um membro da corte. É inadmissível que nosso judiciário tenha se transformado nisso que vimos durante esse julgamento”, comentou Medeiros.

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O candidato também reforçou a importância do voto para o Senado nas eleições desse ano, já que boa parte do que vem acontecendo, esse desequilíbrio em que o Poder Judiciário se colocou acima dos outros poderes da República, é culpa do não acolhimento dos diversos pedidos de impeachment que foram apresentados contra ministros do STF, principalmente Alexandre de Moraes.

“A importância de termos um Senado forte é justamente para impedir que esse tipo de problema, que envergonha e causa indignação na população brasileira, continue acontecendo. Se o Senado tivesse colocado à frente os pedidos de impeachment contra os ministros do STF que cometeram crimes, hoje não teríamos esse monstro que se transformou o Poder Judiciário”, finalizou o candidato do PL.

Por conta dessa situação, a eleição para o Senado neste ano se apresenta como uma das mais decisivas da história política recente do Brasil. Com a renovação de dois terços da Casa — o que representa 54 das 81 cadeiras —, os senadores eleitos terão mandatos de oito anos e o poder de moldar profundamente o futuro institucional do país, fazendo valer os limites constitucionais para o Judiciário, sendo os únicos responsáveis por sabatinar e aprovar novos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ou por julgar eventuais processos de impeachment contra magistrados.

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