A vereadora Michelly Alencar (União) avaliou como “positivo” o primeiro ano de gestão do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Segundo ela, apesar das limitações encontradas pela administração, o período foi marcado pela reorganização interna, retomada de serviços essenciais e início de melhorias estruturais na capital.
A parlamentar afirma que o cenário herdado pela gestão atual era de “desastre administrativo”, resultado, segundo ela, de falhas acumuladas pela gestão anterior em setores como infraestrutura, educação e saúde.
“A gente encerra esse primeiro ano de forma positiva, porque nós já sabíamos que as grandes expectativas não seriam atendidas nesse ano. A população vinha sofrendo com uma gestão que foi uma gestão desastrosa para Cuiabá. Tínhamos problemas na infraestrutura, educação, saúde, nós tínhamos problemas em todos os cantos de Cuiabá”, declarou.
Alencar destacou que 2025 foi um ano dedicado à readequação das contas públicas e à reorganização administrativa, projetando 2026 como o período em que os resultados mais robustos devem aparecer. Ela ressaltou avanços significativos na educação, incluindo melhorias na qualidade dos materiais entregues aos alunos da rede municipal, que, segundo ela, apresentaram padrão superior ao de anos anteriores. Também citou a implementação do programa “AlfabetizaMT”.
A vereadora lembrou ainda das obras de manutenção e revitalização em diversas unidades escolares.
“Investimentos na infraestrutura das escolas. Muitas escolas passando por reforma, troca de telhado, banheiro, parquinho, pintura. Esse foi o ambiente que a gente encontrou tão caótico no início do ano”, disse.
Michelly afirmou que a população enfrentava falta de itens básicos, como dipirona, losartana e medicamentos para diabetes, além da escassez de médicos nas unidades.
“A gestão conseguiu equalizar a questão dos medicamentos. A gente vinha sofrendo muito com falta de dipirona, falta de losartana, falta de remédio para diabéticos, todos os medicamentos controlados estavam em falta. Não tinha médico nas unidades. Não temos mais essa falta de medicamento, falta de médico. Profissionais da saúde atendendo nas unidades, medicamento rodando. Agora tem que avançar na infraestrutura das unidades, mas já foi um avanço”, completou.





















