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RECADO DADO

Ranalli apoia endurecimento do PL contra aliados de Pivetta e defende fidelidade ao partido

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O vereador Rafael Ranalli (PL) defendeu o endurecimento do Partido Liberal contra prefeitos e lideranças que decidirem apoiar candidatos de outras siglas nas eleições de 2026. A declaração foi feita após o presidente estadual do partido, Ananias Filho, afirmar que gestores municipais que não apoiarem os candidatos da legenda poderão ser convidados a deixar o partido após as convenções.

Ranalli também criticou integrantes da sigla que têm manifestado apoio público ao pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, do Republicanos, em vez de defenderem a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL), nome escolhido pelo partido para disputar o Palácio Paiaguás.

“Eu fico muito feliz com a fala do Ananias. Se ele não está feliz aqui e quer apoiar o Pivetta, ele que se filie lá. Eu acho que isso aí deveria ser ponto pacífico dentro do partido. Ainda mais eu, que tenho uma fala de soldado. A gente está fechado no projeto Flávio Bolsonaro, Wellington Fagundes e Zé Medeiros. Não pode ter ruído nesse processo, até para mostrar um enfraquecimento. Então, não concordo com o posicionamento de pessoas que são eleitas com estrutura do PL”, afirmou.

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O parlamentar disse que quem ingressa no partido assume o compromisso de defender o projeto político da legenda e afirmou que seguirá as orientações da direção nacional.

“A pessoa que entra no PL, que entra no 22, ela leva uma bandeira consigo. E consigo ela carrega vários votos. Então é fácil você ser eleito numa eleição e, na outra, já comandar, querer ser comandante. Então eu falo: antes de saber mandar, você tem que saber obedecer. Antes de ser capitão, você tem que ser soldado. Por isso que eu falo, eu sou soldado, então o que vier de ordem da nacional, eu vou cumprir. E a ordem hoje é muito clara. É Flávio Bolsonaro presidente, Wellington Fagundes governador e Zé Medeiros senador”, declarou.

Ao concluir, Ranalli afirmou que considera correta a posição adotada por Ananias e defendeu que o partido cobre reciprocidade de seus filiados, especialmente daqueles que receberam apoio da legenda em eleições anteriores.

“Esse posicionamento do Ananias está muito correto. Mas é só opinião pessoal, não sou diretor do partido. E eu espero, sim, que o partido arroche mais em termos de exigir um apoio recíproco. Assim como esses candidatos tiveram há dois anos para serem prefeitos. Agora eles darão o apoio aos candidatos do PL”, concluiu.

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