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CUSTOS TRABALHISTAS

Presidente da CDL Cuiabá defende transição gradual para fim da escala 6×1

Foto: Donatto Aquino

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O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá), Júnior Macagnam, afirmou que a discussão sobre o fim da escala 6×1 e a possível adoção do modelo 5×2 precisa considerar os impactos para empresas e trabalhadores. A declaração foi dada na manhã desta terça-feira (19), durante entrevista concedida na Câmara de Cuiabá.

Ao ser questionado sobre o assunto, Macagnam destacou que a proposta possui apoio popular, mas defendeu que qualquer mudança ocorra de forma gradual para evitar prejuízos ao setor empresarial e ao mercado de trabalho.

“75% quer que passe a escala 5×2. A gente entende que no ano eleitoral será uma pauta bastante difícil para os congressistas assumir uma postura contra essa maioria da população. Porém o que a gente pensa é que tem que ter um modelo de transição, porque nós temos que pensar principalmente na sobrevivência das empresas e na garantia dos empregos”, afirmou.

O presidente também criticou os custos trabalhistas pagos pelas empresas e afirmou que há um grande desequilíbrio entre o valor recebido pelo trabalhador e o custo total arcado pelo empregador.

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“Nós sabemos hoje que uma pessoa que recebe 2 mil reais por mês, ela recebe na realidade 1.800. Só que para a empresa, esse mesmo trabalhador, ele custa em torno de 3.600 reais. Então assim, é muito para quem paga, pouco para quem recebe, e alguém está recebendo uma fatia gorda dos três. Porque na realidade o que o governo está fazendo nesse momento é simplesmente repassando todos os custos para as empresas e ficando livre disso”, concluiu.

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