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"INACEITÁVEL"

José Medeiros critica liberdade concedida a homem que matou a tia e arrancou seu coração em MT

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O deputado federal José Medeiros (PL-MT) se manifestou nas redes sociais sobre a decisão da Justiça mato-grossense que autorizou a liberdade assistida de Lumar Costa da Silva, 34 anos, responsável por um crime brutal em 2019, no município de Sorriso. Na ocasião, Lumar matou a própria tia, arrancou seu coração e entregou o órgão à filha da vítima. Agora, ele poderá cumprir medida de segurança fora do hospital psiquiátrico, com tratamento ambulatorial supervisionado.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Medeiros classificou a decisão como “inaceitável” e questionou a capacidade do Judiciário em proteger a sociedade diante de crimes dessa gravidade.

“Um caso rumoroso. Aconteceu em Sorriso, no estado de Mato Grosso, em 2019. Um sobrinho, que foi acolhido pela sua tia, matou-a e arrancou o coração dela. E ainda teve a crueldade de levar para a filha dela, sua prima. Ele agora foi solto. Dizem os laudos que ele já está hábito a estar novamente em sociedade. Tem alguma coisa muito errada com o Brasil”, declarou o parlamentar.

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Medeiros ainda demonstrou perplexidade com a justificativa técnica utilizada no processo e levantou dúvidas sobre o diagnóstico de inimputabilidade do réu. “A pergunta que fica é: esse rapaz era inimputável mesmo? Como é que ele vai ser solto agora? Quem garante que ele não vai surtar novamente? Isso, simplesmente, do ponto de vista do cidadão médio, é inaceitável”, afirmou.

A fala do deputado reflete a indignação já manifestada por familiares da vítima e por representantes do Ministério Público, que devem recorrer da decisão. A liberação de Lumar causou revolta especialmente em Sorriso, cidade onde o crime foi cometido, e reacendeu o debate sobre a atuação do Judiciário em casos envolvendo transtornos mentais e crimes de alta periculosidade.

A medida de desinternação foi autorizada pelo juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto, com base em laudos que apontaram estabilidade clínica do acusado. Lumar agora passará a ser acompanhado em Campinas (SP), onde vive seu pai, e deverá cumprir uma série de restrições. O caso, no entanto, segue gerando reações em todo o estado.

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