O assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, ocorrido na última quinta-feira (11), em Várzea Grande, ganhou um novo capítulo. A Polícia Civil apontou o soldado da Polícia Militar R.M. como possível mandante do crime. A esposa dele, A.V.K., também é investigada por suspeita de participação.
O desentendimento entre Rozeli e o PM teria começado após um acidente de trânsito. De acordo com o processo, um caminhão-pipa administrado por R.M. avançou uma sinalização de “pare” e acabou fechando o veículo da vítima. Para evitar a colisão, Rozeli desviou o carro para o canteiro e freou bruscamente, o que resultou em uma batida traseira provocada por um motociclista.
A personal tentou resolver o prejuízo diretamente com o policial, mas ele se recusou a pagar. Diante disso, Rozeli entrou na Justiça requerendo indenização de R$ 24 mil.
No sábado (13), a casa do casal foi alvo de mandado de busca e apreensão. No entanto, eles não foram encontrados no local. O objetivo da operação era recolher celulares e obter imagens do circuito interno de segurança.
Durante as investigações, a polícia descobriu ainda que a empresa administrada por R.M. não possui CNPJ nem autorização legal para funcionar.
O crime
Rozeli da Costa Nunes, de 33 anos, foi assassinada na manhã de quinta-feira (11), no bairro Nova Fronteira, em Várzea Grande. O crime aconteceu por volta das 6h. O SAMU chegou a prestar os primeiros socorros, mas o óbito foi confirmado no local.
A vítima foi encontrada dentro de seu veículo, um Renault Sandero, estacionado em frente à sua residência. Um vizinho, que também era seu cunhado, relatou ter ouvido aproximadamente quatro disparos. Ao sair para verificar, encontrou Rozeli caída no banco do carro.





















