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CRIME EM PEIXOTO

Polícia indicia família por homicídio e associação criminosa

Fonte: Reprodução

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Quatro pessoas foram indiciadas por tentativa de chacina em Peixoto de Azevedo (691 km de Cuiabá). A delegada Anna Paula Marien Pereira concluiu o inquérito policial e indiciou pecuarista Inês Gemilaki, de 48 anos, e seu filho, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, além de Márcio Ferreira Gonçalves, companheiro de Inês, e o irmão dele Eder Gonçalves Rodrigues, por homicídio qualificado, homicídio qualificado na forma tentada e formação de quadrilha, nesta quinta-feira (02).

O ataque vitimou os idosos Pilson Pereira da Silva, de 65 anos, e Rui Luiz Bogo, de 71 anos. Um padre também foi baleado na ação e sobreviveu.

Inês, Bruno e Eder invadiram a casa de Enerci Afonso Lavall, conhecido como ‘Polaco’, e abriram fogo contra as pessoas que estavam lá para prestigiar uma festa de aniversário. O alvo dos três era o ‘Polaco’, mas quem morreu foram os idosos Pilson, sogro do alvo dos criminosos, e Rui Luiz Bolgo, amigo de Polaco. Polaco, verdadeiro alvo, no entanto, não foi atingido por nenhum disparo, apenas por estilhaços.

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A execução foi motivada por uma disputa judicial envolvendo a casa de Polaco. Isso porque Inês alugava a casa, mas deixou um rastro de destruição e R$ 59 mil em dívidas ao desocupar o local. A investigação demonstrou que Inês também tinha débitos com Rui, o que a motivou a

Os indiciados estão sendo acusados de dois homicídios qualificados consumados, em relação às vítimas Pilson Pereira da Silva e Rui Luiz Bogo, conforme o artigo 121, §2º, II e IV do Código Penal. Além disso, respondem por duas tentativas de homicídio qualificado contra as vítimas Enerci Afonso Lavall e José Roberto Domingos, nos termos do mesmo dispositivo legal atirar nele; e associação criminosa.

“Restando demonstrado nos autos do presente caderno investigativo, prova da materialidade e indícios suficientes de autoria […] Portanto, concluo que todas as diligências inerentes à apuração dos fatos foram realizadas, assim sendo, determino ao escrivão de meu cargo, que após os registros de praxe, faça a remessa do presente caderno policial ao Poder Judiciário, colocando-me à disposição para quaisquer esclarecimentos e diligências”, diz trecho.

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Ainda conforme a delegada, ainda faltam ser concluídos os laudos periciais da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), de necroscópico do local do crime e extração e análise dos celulares de Márcio Gonçalves e Eder Gonçalves.

O caso

A família foi até a residência onde estava seu alvo, no Bairro Alvorada, e matou dois inocentes, segundo a Polícia Civil. O caso foi registrado na tarde de domingo, 21 de abril.

O crime foi filmado por câmeras de segurança, e as imagens mostram Inês portando um revólver, enquanto seu filho, o médico Bruno, segura uma espingarda.

Nos vídeos é possível ver que a mulher entra na casa e atira em uma das vítimas, que está deitada no chão, a poucos metros de distância.

Depois ela vai até outros dois homens, que se escondem atrás do sofá, e aponta a arma para um deles. Não é possível ver se ela atirou na segunda vítima. Após os assassinatos, a família fugiu em uma Ford Ranger.

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