Um presidiário do Centro de Detenção Provisória de Tangará da Serra (251 km de Cuiabá) foi vítima de estupro coletivo após ser obrigado por outros detentos a tomar bebida com remédios tarja preta.
Os demais ‘colegas’ de cela aproveitaram do momento em que o detento ficou inconsciente para cometer o abuso sexual. Seis detentos são suspeitos do crime.
A vítima narrou que foi obrigado a tomar uma bebida alcoolica com psicotrópico. Em seguida, foi obrigado a ingerir clonazepam, clorpromazina e carbamezpina.
Quando já estava adormecido, seis homens se aproveitaram para abusá-lo sexualmente. O local onde a vítima sofreu o crime é uma ala específica para reeducandos LGBTs.
Conforme relato da vítima, seu “companheiro” da cela foi transferido para outra unidade, a partir de então outros vizinhos de cela começaram a assediá-lo.
“Comecei a sentir uma tontura, já estou acostumado a beber remédio, foi quando começou eles querendo fazer sexo, eu falando que não, então começou, me seguraram”, contou.
A vítima ainda relatou que os policiais penais foram negligentes. Isso porque, enquanto estava sendo abusado, pediu socorro, mas, não foi atendido. No depoimento à Polícia Civil, a vítima narrou que uma policial penal ironizou a situação: “Você não gosta? Você está aí é para fazer isso mesmo?”, teria dito.
A vítima narra que já foi ameaçado de morte após o crime de estupro.





















