O governador Mauro Mendes (União) anunciou medidas enérgicas após tomar conhecimento, pela imprensa, de um termo aditivo assinado em dezembro de 2022 que levanta sérias questões sobre a operação do Bus Rapid Transit (BRT) entre Cuiabá e Várzea Grande.
Segundo informações, o aditivo permitiria à atual concessionária do serviço público de transporte coletivo operar o BRT sem a realização de licitação, uma interpretação que Mendes classificou como “totalmente imprópria”.
O posicionamento do governador vai de encontro a declarações recentes em que ele afirmou de maneira contundente que a operação do novo modal seria submetida a um processo de licitação transparente e competitivo.
Diante disso, Mendes determinou que a Secretaria de Estado de Infraestrutura (SINFRA) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) a adotarem as providências cabíveis para cancelar imediatamente o termo aditivo em questão. Além disso, estabeleceu que sejam tomadas todas as medidas necessárias para iniciar o processo de licitação da operação do BRT, assegurando a legalidade e a transparência no uso dos recursos públicos.
A situação gerou preocupação entre os cidadãos, que esperam por melhorias significativas no transporte coletivo da região metropolitana. O governo prometeu manter a população informada sobre os desdobramentos dessa decisão e reiterou seu compromisso com uma gestão pública responsável e eficiente.






















