O deputado Juca do Guaraná (MDB) protocolou uma manifestação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) questionando o pedido feito pelo Partido Liberal (PL) para contabilizar 7.260 votos do atual secretário de governo de Chapada dos Guimarães (60 km de Cuiabá). O PL pede a revisão do quociente eleitoral em vaga da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o que, se aceito, altera a composição do Legislativo, com o suplente Claudinei Lopes, o delegado Claudinei, assumindo a última vaga atualmente pertencente a Juca do Guaraná.
A manifestação ocorreu após o ministro Nunes Marques estabelecer um prazo de três dias para que o Ministério Público Eleitoral se pronuncie a respeito do pedido do PL.
Juca do Guaraná argumenta ao TSE que Claudinei e o PL não têm legitimidade para fazer esses pedidos. Segundo Juca, os dois entraram como assistentes simples no processo, atuando apenas como auxiliares e não podendo
tomar decisões que contrariem a vontade do assistido, que é Gilberto Mello. Embora seja filiado ao PL, Mello resiste à pretensão do partido em vir a contabilizar seus votos da eleição de 2022. Mello concorreu sub judice porque estava barrado pela lei da Ficha Limpa. Atualmente, o TCU (Tribunal de Contas da Uniã) anulou a condenação que o deixava inelegível.




















