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Após relatório do TCE

Oposição quer criar comissão para investigar ‘rombo’ bilionário da gestão Emanuel Pinheiro

Foto: Assessoria/Prefeitura de Cuiabá

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Os vereadores de oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) articulam a criação de uma nova Comissão Processante (CP) para tentar cassar o mandato do Chefe do Executivo em função de um suposto rombo de R$ 1,25 bilhão. O rombo se tornou público após o parecer do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) que pediu a reprovação das contas da gestão de Emanuel referente ao exercício de 2022 por conta das dívidas.

De acordo com o vereador Luiz Fernando (Republicanos) existem elementos suficientes para a instauração da comissão, uma vez que o prefeito cometeu irregularidades fiscais. Na semana passada, Fernando apresentou um requerimento pedindo que Pinheiro seja investigado por infração político-administrativa e descumprimento da lei orçamentária.

“Precisamos romper a blindagem política do Alencastro em favor da população que abastece os cofres municipais, e não sabe onde o dinheiro foi parar. O Ministério Público de Contas, que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado, exerce a função de fiscal da lei, é papel desta corte preservar e restaurar a moralidade da gestão, para que os gestores, como o prefeito do Paletó, agora a versão 2, com indícios maiores de corrupção não continue abusando do dinheiro alheio”, argumentou vereador autor do requerimento.

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Enquanto a oposição quer investigar Emanuel Pinheiro, o presidente da Câmara Municipal, vereador Chico 2000 (PL), apresentou um requerimento convocando o secretário de Planejamento, Elder Galiciani, para prestar esclarecimento do bom bilionário na Casa de Leis.

Outro vereador que se manifestou sobre o caso foi Dilemário Alencar (Podemos). Ele alerta para o fato do rombo de R$ 1,25 bi é referente a 2022, mas que esse valor pode chegar a R$ 2 bi no final da gestão Emanuel Pinheiro, em 2024.

A informação é que no decorrer desta semana, os vereadores vão definir sobre o pedido de instauração da comissão. Porém, o pedido deve perder força com a aprovação do requerimento convocando o secretário de Planejamento. “Primeiro vamos ouvir o secretário e analisar o parecer do TCE”, defendeu o presidente do Legislativo Municipal.

“Faço um alerta! Esse rombo de R$ 1,254 bilhão se refere a restos a pagar do ano passado. Entretanto, a gestão temerária do prefeito continuou com a produção de dívidas junto a fornecedores neste ano de 2023. E se Emanuel não for afastado do cargo, a irresponsabilidade dele vai continuar até dezembro de 2024. É certamente, o futuro prefeito de Cuiabá herdará em 2025, uma prefeitura com rombo de mais de R$ 2 bilhões”, frisou Alencar.

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