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ELEIÇÕES 2026

Prefeito de Cuiabá minimiza candidaturas do MDB e fala sobre planos do PL para o Senado em 2026

Foto: Danielly Santos

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), comentou na manhã desta terça-feira (16), sobre a movimentação política em torno das eleições de 2026, especialmente a respeito da possível candidatura da deputada estadual Janaina Riva (MDB) ao Senado.

Apesar de seu nome aparecer em destaque nas pesquisas de intenção de voto, o prefeito afirmou não estar preocupado com o crescimento e reforçou que o foco de seu grupo político está em fortalecer o Partido Liberal (PL) nas próximas disputas eleitorais.

“O ‘problemaço’ que o Valdemar fala é familiar, e não de decisão do partido. O Botelho estava em primeiro lugar nas pesquisas para prefeito de Cuiabá, o Kalil estava em primeiro para prefeito de Várzea Grande. As pesquisas mudaram todas elas. A aliança do MDB e PL não são do meu escopo porque eu não sou candidato ano que vem”, disse Brunini.

Segundo o prefeito, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) deixou uma missão clara aos membros do partido: ampliar a presença do PL no Senado Federal. Abilio reforçou que o objetivo é garantir maior representatividade alinhada às pautas conservadoras, além de equilibrar o poder do Supremo Tribunal Federal (STF).

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“O presidente Bolsonaro estava muito preocupado com as eleições de Senado. Ele quer que a gente consiga representar Mato Grosso com senadores que tenham o mesmo posicionamento político que o nosso. O Senado tem um papel muito importante, que é o peso contra peso com o Supremo Tribunal Federal. Ou seja, quem faz a dosagem para o Supremo não extrapolar as suas medidas é o Senado Federal”, pontuou.

Abilio destacou que o projeto do PL é realizar uma renovação no Senado e alcançar a maioria dos assentos nas eleições de 2026. Para isso, o partido planeja intensificar suas articulações em Estados onde ainda não conseguiu eleger dois senadores.

“A gente quer fazer uma renovação no Senado. Estamos com o projeto de ter a maioria nele, e acredito que isso vai acontecer, porque a maioria dos estados em que não conseguimos eleger dois senadores, a gente vai trabalhar para eleger um senador. Mato Grosso tem lado. A esquerda pode gritar, mas é uma minoria e é uma minoria que, para mim, não me incomoda”, finalizou.

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