O deputado estadual, Júlio Campos (UB) falou nesta quarta-feira (20) sobre a presença do secretário do Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo para a prestação de esclarecimentos sobre a Santa Casa de Misericórdia no colégio de líderes da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Júlio destacou sua preocupação no funcionamento da saúde pós fechamento do hospital.
O deputado ressalta a importância de receber o secretário e dele ter esclarecido preocupações em comum com os outros parlamentares.
“Foi uma reunião proveitosa, ele veio para esclarecer a situação do funcionamento da Santa Casa. Sabemos que dia 31 de dezembro encerra o período que o Estado requisitou para o “esvaziamento” do local e retirada de equipamentos. A nossa preocupação é ‘Como vai continuar os serviços que hoje são prestados pela Santa Casa?’. O prazo para o leilão é segunda-feira (25), para verificar propostas de grupos empresariais de adquirir aquele patrimônio”, ressaltou.
Júlio destacou que o Governo pode assumir a responsabilidade e continuar os serviços de saúde, principalmente de oncologia pediátrica.
“Independente do que acontecer, o Estado está disposto a assumir o acervo e continuar os serviços, especialmente a oncologia pediátrica. Pois esta comprovado que o Hospital do Câncer não tem condições técnicas para receber todos os pacientes que frequentavam a Santa Casa. Fora isso, ainda temos que pensar nos pacientes de hemodiálise, que recebe um atendimento lá e que dificilmente um outro hospital privado poderá substituir. Única coisa que não vai acontecer é a interrupção dos serviços”, finalizou.
Leilão da Santa Casa
De acordo com o edital de venda, empresas e pessoas físicas interessadas em comprar o imóvel terão até o dia 25 de agosto para apresentar as propostas no processo seletivo de alienação judicial.
O hospital Santa Casa da Misericórdia fica localizada na Praça do Seminário, no bairro Bandeirantes, em Cuiabá. O imóvel está avaliado em R$ 78,2 milhões, e o lance mínimo exigido é de R$ 54,7 milhões, podendo baixar para R$ 38 milhões caso haja nenhuma proposta.





















