Conforme Maria Erotides, é fundamental orientar a população sobre direitos, deveres e demais assuntos relacionados ao enfrentamento da violência contra a mulher. Durante a roda de conversa, ela orientou os participantes sobre como denunciar casos de violência doméstica pelo telefone 180 e acionar o 190 em situações de emergência.
“Muitas pessoas acham que a violência é só a agressão física, mas também existe a violência psicológica, a violência moral e a violência patrimonial. Eu estou realmente feliz de estar em uma ação como essa, trazendo um pouco das experiências da minha vida como juíza e desembargadora, como também ouvindo testemunhos da população e tirando suas dúvidas”, disse Maria Erotides.
Conforme a secretária de Assistência Social, Taynara Morais, entre as atividades estão as rodas de conversa realizadas em diferentes equipamentos públicos, com o objetivo de ampliar o diálogo, fortalecer as mulheres e orientar a população sobre direitos e formas de enfrentamento à violência.
“O encontro abordou a conscientização sobre a violência contra a mulher, reforçando a importância da informação e da busca por apoio diante de situações de violência. As ações integram a mobilização do Agosto Lilás e reforçam o compromisso do Município com a conscientização, o respeito, a dignidade e a proteção das mulheres, destacando a importância de reconhecer os diferentes tipos de violência e buscar ajuda. Durante os encontros, as participantes também recebem orientações sobre os serviços da rede de proteção e assistência social disponíveis no Município. A proposta é criar espaços seguros de escuta e diálogo, fortalecendo vínculos e contribuindo para que mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde procurar acolhimento”, comentou.
Segundo a gerente do Centro de Convivência Vovô Zeid, Leda Márcia, a ação tem o objetivo de aproximar os serviços públicos da população, especialmente das mulheres, e ampliar o acesso à informação e às redes de proteção.
“Uma coisa que sempre digo para todos é que devemos orientar desde a infância, orientar as crianças para que não sejam futuros agressores. Então, essa é uma orientação que passo para os nossos idosos, para que orientem seus netos, bisnetos e tataranetos”, pontuou.


















