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OPERAÇÃO CONDUCTOR

Empresário foragido é preso em nova fase da Operação Conductor em Cuiabá

Foto: PJC-MT

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Nesta segunda-feira (29), a Polícia Civil deflagrou mais uma fase da Operação Conductor que, investiga um grupo criminoso atuante nas áreas de fronteira de Mato Grosso e na região metropolitana de Cuiabá. Nessa ação, foi cumprido um mandado de prisão aberto contra um empresário de 34 anos, o investigado estava foragido desde o dia do inicio da operação, 2 de setembro deste ano.

A ação realizada pela Polícia Civil em parceria com a Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e a Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

Segundo as investigações, o suspeito enviou cerca de R$159.5 mil para o líder do grupo e sua esposa, além de ter recebido drogas encaminhadas pela irmã do líder em sua distribuidora localizada no município de Cuiabá. O empresário foi localizado em frente a uma casa no bairro Coxipó da Ponte.

A delegada responsável pelo caso, Bruna Laet, ressaltou que as averiguações sobre o caso percorreram durante quatro meses, encontrando uma grande movimentação em recebimento e transporte de drogas e armamentos.

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“Durante o período de cerca de quatro meses, o grupo recebeu mais de duas toneladas de drogas, armas de fogo e munições, sendo um carregamento por semana. O valor estimado da droga recebida nesse período é de R$ 45 milhões, que corresponde à quantia bloqueada/sequestrada dos investigados”,

O suspeito foi encaminhado para a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), onde será ouvido e ficará à disposição da Justiça.

Foto: PJC-MT

Primeira fase das investigações

A investigação teve início após a prisão de um homem em Cáceres, detido em 2024 pela Polícia Rodoviária Federal, que transportava 153,8 kg de cocaína em um veículo que simulava ser usado para transporte de passageiros. Ele recebia cerca de R$ 30 mil por viagem. A ação investigativa durou mais de um ano, identificando o grupo criminoso, com o envolvimento de pelo menos 31 pessoas físicas e oito jurídicas.

Foram cumpridas 95 ordens judiciais contra o grupo criminoso que atuava nas regiões de fronteira de Mato Grosso e em Cuiabá, cometendo crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

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