Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
ABORDAGEM ILEGAL E INVASIVA

Abilio sai em defesa dos servidores da educação após denúncia de suposto “churrasco” em CMEI

publicidade

Ao ser questionado sobre o vídeo publicado nas redes sociais da vereadora e candidata a deputada estadual, Maysa Leão (Republicanos), em que apurava denúncias de que servidores da educação da CMEI Antônio Marcos Ruzzene Balbino teriam realizado um “churrasco” com recursos destinados aos estudantes e também no horário de expediente, o prefeito, Abilio Brunini (PL), saiu em defesa dos profissionais, afirmando que eles não utilizaram alimentos ou recursos destinados aos alunos.

De acordo com o prefeito, os servidores teriam comprado a própria carne por meio de uma contribuição entre eles e utilizado uma grelha elétrica para preparar a alimentação. Abilio também citou a legislação aprovada em 2025 que permite que profissionais da educação realizem refeições dentro das unidades escolares.

“Os servidores estavam dentro da legalidade. Inclusive, o próprio vídeo lá mostra eles com a etiqueta na embalagem do preço do produto que eles compraram. Tem uma lei de 2025 que permite ao servidor se alimentar dentro da unidade escolar. A lei fala sem distinção de cardápio, isso significa que o profissional da educação tem o direito de comer a mesma alimentação dos alunos, mas não existe uma vedação ao profissional da educação de comer uma alimentação que seja condizente com a sua faixa etária”, ressaltou.

Leia Também:  Deputado critica vereadores e diz que CPI fará investigação fake na saúde

O gestor afirmou ainda que não há impedimento para que os servidores realizem a própria alimentação dentro da unidade, desde que não utilizem os recursos destinados aos estudantes. Segundo ele, a situação registrada no vídeo não caracterizaria um churrasco, conforme foi veiculado.

“Não tem vedação para o profissional adulto. A vedação é para as crianças. Então, os profissionais, em questão, fizeram a forma correta. Em vez de comer a carne da alimentação escolar, eles compraram uma carne própria para eles mesmos. Fizeram cotinha e compraram carne. Em vez de gastar o gás do botijão escolar, eles foram lá e usaram uma grelha elétrica. Não é um churrasco”, afirmou.

O prefeito também criticou a forma como a denúncia foi apurada e classificou a abordagem realizada na unidade como inadequada e invasiva: “A abordagem, eu acho que foi inadequada, invasiva e sem autonomia legal para isso”, completou.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade